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11/07/2018

Saúde apresenta baixa procura por vacinas

Secretária fala sobre o descaso em não vacinar os filhos

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Saúde apresenta baixa procura por vacinas

 

Rio Negrinho

 

 

O descaso dos pais em não vacinar seus filhos de forma correta e seguir as doses das vacinas tem deixado a secretária de Saúde, Fátima Mendes Afonso, e toda a equipe da Vigilância Epidemiológica em situação de alerta.

 

 

Fátima e a coordenadora da Vigilância, Liegi Kruger, conversaram com a equipe do Jornal Perfil sobre a preocupação referente aos números baixos da vacinação. “A preocupação nos faz alertar os pais referente às vacinas de seus filhos. As doses devem ser tomadas corretamente e precisamos pensar que a vacina é algo importante na saúde da criança. Os números mostram que cobertura está caindo e que os pais não estão levando seus filhos para vacinar. Nossa preocupação vem em contrapartida ao sarampo, onde tivemos alguns casos este ano, lembrando que a doença estava erradicada no Brasil, desde o ano de 2015. E assim como o sarampo temos a febre amarela e poliomielite”, explica Fátima.

 

 

 

A secretária e coordenadora pedem para que os pais cumpram seu papel e levem seu filho para vacinar de acordo com que pede a carteira de vacinação. As doses devem ser seguidas à risca, sendo que o sarampo é uma doença viral passada de um indivíduo para outro através de secreções.

 

 

“Ou seja, um espirro ou um beijo são suficientes. Quando acomete crianças, que possuem o sistema imunológico frágil, pode levar a cegueira e até mesmo ao óbito.  A vacina tríplice viral [contra sarampo, caxumba, rubéola] deve ser administrada em crianças a partir dos 12 meses e, a partir dos 15 meses, uma segunda dose para reforço da tetra viral [contra sarampo, caxumba, rubéola e catapora], ambas estão disponíveis na rede pública”, frisa a coordenadora.

 

Para manter os pequenos protegidos, os adultos também devem ser vacinados. Pessoas até 29 anos devem ter duas doses da vacina, entre 30 a 49 anos, uma dose é suficiente para conferir a imunidade.

 

No caso da poliomielite, que ficou conhecida como paralisia infantil, pois se manifestava principalmente em crianças de até quatro anos de idade, por atacar o sistema nervoso, a infecção faz com que o paciente perca a força muscular e o reflexo, além de destruir os neurônios motores. Pode levar a sequelas paralíticas e parada respiratória devido à paralisia muscular. “Não há tratamento específico para a poliomielite. Todos os casos devem ser hospitalizados, procedendo-se ao tratamento de suporte, de acordo com o quadro clínico do paciente. Mais uma vez a vacina é o meio de prevenir e controlar a doença. Toda criança com menos de cinco anos de idade deve ter o esquema contra a poliomielite completo ser considerado imunizado”, fala Fátima.

 

Na rede pública temos disponíveis as vacinas: sabin (oral, com vírus atenuado) e salk (injetável, com vírus inativado). Os indivíduos que recebem a sabin eliminam os vírus junto com as fezes por cerca de seis semanas, o que pode resultar em risco para contactantes próximos não imunizados.

 

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