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10/07/2018

Alicia Elena precisa de ajuda para realizar uma cirurgia

A menina de um ano e um mês sofre com problemas nos rins

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Alicia Elena precisa de ajuda para realizar uma cirurgia

Rio Negrinho

 

Ela já foi personagem no Jornal Perfil em edições anteriores, quando mostrava o quanto o leite materno é importante para os bebês. Hoje a história que Daiane Fragoso conta nas páginas deste diário é mais complexa e de luta, pois sua filha de apenas um ano de um mês, Alicia Elena Gonçalves, enfrenta uma doença chamada hidronefrose.

 

 

A hidronefrose é uma afecção comum na criança e consiste na dilatação do sistema coletor renal, podendo ser congênita, e, por isso, denominada hidronefrose fetal, ou pode ser adquirida, o que é menos frequente. A hidronefrose fetal pode ser diagnosticada ainda na vida intrauterina, por meio da ultrassonografia obstétrica. Dilatações leves a moderadas podem resolver-se espontaneamente antes ou após o nascimento. Porém, dilatações maiores podem ser causa de infecção urinária, causar dano ao parênquima renal e provavelmente irão requerer tratamento cirúrgico.

 

 

 

Na tarde de ontem (9), Daiane esteve na sede do Jornal Perfil, junto com a pequena Alicia, onde contou o seu dilema e como descobriu que a filha tinha problemas sérios nos rins e como vem sendo a luta dela com o marido, Alex Gonçalves, para arrecadar o valor para a cirurgia da filha.

 

 

“Então ela sempre teve cólicas como todo bebê tem, e no final de 2017 começaram as febres muito alta. Levávamos para o hospital e nos diziam que era garganta. Outro médico falava que era algo que dei para comer, e assim fomos várias vezes para o hospital sem resultado algum e eu já tinha percebido que a urina dela estava diferente”, conta a mãe.

 

 

Com o passar do tempo as febres aumentaram e Daiane cada vez mais preocupada, foi então que levou a filha em outro pediatra. Este então pediu alguns exames de urina, o resultado foi uma grande alteração, demandando mais medicamentos e tratamento. Após 10 dias, voltou a febre e a infecção, e a menina apresentou uma piora. A mãe a levou em um médico que pediu um ultrassom e o resultado foi de que Alicia tinha dois cistos, um em cada rim.

 

“Quando veio o resultado da ultrassom, junto vem o desespero e o tratamento, no meio de tudo isso lembrei que um médico chegou a falar que eu estava inventando uma doença para minha filha”, lamentou.

 

Após o diagnóstico se deu o início do tratamento do pediatra. Como a demora do SUS é muito grande, a família resolveu pagar do próprio bolso exames e demais procedimentos, nestes exames também foi visto que o rim direito não funciona mais. Agora os pais correm contra o tempo para arrecadar o valor para pagar a cirurgia da filha.

 

 

Vakinha online

Pensando em uma forma de ajudar, a irmã de Daiana mostra para ela a “Vakinha Online”, que é um aplicativo onde a pessoa cria uma conta para ajudar na arrecadação de um determinado valor para uma certa finalidade. Daiane explica inicialmente fez a Vakinha com medo de expor muito a filha, mas viu que a ação ocorre de forma séria e seria uma alternativa para juntar o valor. A cirurgia pode custar até R$ 18 mil.

 

Quem quiser ajudar a Alicia pode acessar www.vakinha.com.br/vaquinha/cirurgia-da-alicia-elena , sendo que o quanto antes as pessoas ajudarem, mais rápido o valor será arrecadado. Alicia será operada no Hospital da Unimed em Joinville, sobre os cuidados do médico Joaquim Leite Neto.

 

 

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