Nestor Klein, há 8 anos como presidente da Adaprin

Ele fez parte de clubes de serviço e teve envolvimento com o esporte local
09/01/2018

Rio Negrinho


Conheça a história de Nestor Klein, presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas de Rio Negrinho - Adaprin.

 


Jornal Perfil: quem é Nestor Klein?


Nestor: Me chamo José Nestor Klein, nasci em Matará, no Rio Grande do Sul,  hoje cidade de Monte Negro, no dia 30 de dezembro de 1938. Casado com Marina Torres Klein, desde 1960, temos quatro filhos, onze netos e seis bisnetos  Aos 12 comecei a trabalhar como garçom. Quando completei 18 anos fui servir no exército. Quando voltei fiz um concurso e comecei a trabalhar no banco. Fiz uma carreira muito próspera, e com muitas transferências de cidade, cheguei em Rio Negrinho, onde fui muito bem acolhido, e gostei muito da cidade. Sou gaúcho de nascimento, mas rio-negrinhense de coração.

 


Jornal Perfil: Como foi sua atuação na cidade a partir de então?


Nestor: Fui presidente do Rotary no ano de 1981, joguei bolão por muitos anos, fui presidente da musical por dois mandatos, trabalhei na prefeitura da cidade e hoje sou presidente da Adaprin.


Jornal Perfil: Como foi sua relação com a política de Rio Negrinho?


Nestor: Fui convidado pelo falecido prefeito Dr. Romeu Albuquerque para ser diretor da Fundação Municipal de Cultura, e logo depois de um ano fui convidado pelo mesmo para ser Secretário de Finanças da cidade. E em 1997 fui o primeiro diretor-presidente da Fundação Municipal de Esporte.

 


Jornal Perfil: Bolão. qual a relação com este esporte?


Nestor: Primeiramente entrei no Clube do Bolão de Rio Negrinho. Logo em seguida passei a fazer parte da equipe Tudo Azul Bolão Clube.
Em 1980 fundamos um clube de casais, chamado de Os Incríveis, participando assim por 19 anos. Depois que fiz minha cirurgia cardíaca, infelizmente tive que parar.
Mas tenho como muito orgulho o título de campeão de casais do centenário de Rio Negrinho, tenho o troféu comigo. E acho ele muito valioso pelo seu valor histórico.
Participei ativamente na construção de uma seleção de bolão, que participou em 87 pela primeira vez de um campeonato catarinense de bolão 23, e ficamos em sexto lugar. Consideramos boa, visto que era a primeira participação da equipe.

 


Jornal Perfil: Como foi seu envolvimento com a Adaprin, chegando a presidência da Associação?


Nestor: No ano de 1990, ano da fundação da então hoje chamada Adaprin, eu me associei. Já no ano de 1992 houve uma enchente onde se perdeu muitos documentos da associação,  que ficou por muitos anos desamparada. Porém em 1997 a fundação foi refundada, e eu continuei como sócio.
Já no ano de 2000, fui convidado pelo então presidente da época, Antônio Riher, para ser tesoureiro. Exerci essa função por 11 anos. E em 2011 fui eleito presidente para um mandato de quatro anos, e em 2015 reeleito para mais quatro.
E assim estamos hoje com a nossa associação, trabalhando a todo vapor, ajudando no que é possível aos aposentados e pensionistas.